Tecnologias sociais e extensão

No Brasil a idéia da Tecnologia Social (TS) aparece como uma alternativa à tecnologia convencional e ganha esta designação no início de 2000, com a seguinte definição: “produtos, técnicas e ou metodologias reaplicáveis, desenvolvidas na interação com a comunidade e que representam efetiva soluções de transformação.” 

Ou seja, elas fazem parte de um processo que envolve a participação direta dos interessados no desenvolvimento das tecnologias e o diálogo com atores tradicionalmente ocupados em concebê-las e permitem um processo de emancipação das pessoas nas comunidades, ao considerar: Suas realidades; Suas questões; Sua cultura; Seus saberes .

A UFRJ define: “A Extensão Universitária, sob o princípio constitucional da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, é um processo interdisciplinar educativo, cultural, científico e político que promove a interação transformadora entre universidade e outros setores da sociedade”.

Ou seja, esta extensão universitária é :

  • uma opção pela democratização do conhecimento,
  • pela pluralidade dos saberes e
  • tem como desafio criar um conjunto de saberes que gere transformação social,
  • com a participação das comunidades nas tomadas de decisão e na construção de políticas, metodologias e tecnologias sociais de forma democrática.

Assim, é possível afirmar que existe um espaço em que as Universidades, por meio da extensão, contribuam para o desenvolvimento de Tecnologias Sociais .

A Rede dos Saberes é uma tecnologia social desenvolvida em conjunto por universitários e lideranças comunitárias jovens.

CONHEÇA O PROJETO

A Rede Comunidades conta com cerca de 80 comunidades localizadas em sete estados e em 32 municípios do Semiárido Nordestino.

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